sonhei que achei um travesti cortando os pulsos na beira de uma estrada e resolvi salvá-lo. Ficamos muito amigas e decidi que ia ajudá-lo a sair da depressão: coloquei nossos pés numa bacia de fanta laranja e conversamos bastante até ele/ela ficar feliz.
depois disso apareci magicamente na casa da minha sogra e vi que o Sandrinho (gato preto que desapareceu há muitos dias e estava bastante debilitado) voltava grande, gordo e saudável.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Carros
na noite de ontem sonhei que estava em um carro em movimento com a minha amiga de infância. nenhuma das duas dirigia, mas em um dado momento, decidi convencê-la a assumir o volante e me levar para casa.
há uns dias atrás também sonhei com um carro. Eu estava dirigindo, e ao mesmo tempo conseguia visualizar o veículo como se estivesse do lado de fora. Tentei entrar com o carro dentro de um túnel, mas não consegui. Acabei batendo e explodindo.
Sempre que tento dirigir nos sonhos, acontece um acidente.
Não sei dirigir na vida real. Já tentei aprender, mas tenho medo.
há uns dias atrás também sonhei com um carro. Eu estava dirigindo, e ao mesmo tempo conseguia visualizar o veículo como se estivesse do lado de fora. Tentei entrar com o carro dentro de um túnel, mas não consegui. Acabei batendo e explodindo.
Sempre que tento dirigir nos sonhos, acontece um acidente.
Não sei dirigir na vida real. Já tentei aprender, mas tenho medo.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Pinto sem bico.
Sonhei que ganhei de presente um pintinho sem bico. Só isso.
P.s.: Obviamente fiquei impressionada depois de ter assistido aquele vídeo da Pamela Anderson.
P.s.2: Aquele vídeo não é esse vídeo.
P.s.: Obviamente fiquei impressionada depois de ter assistido aquele vídeo da Pamela Anderson.
P.s.2: Aquele vídeo não é esse vídeo.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Quando sonhei que fui abandonada.
Meu namorado terminava comigo, na calçada de uma rua desconhecida. Consigo ver bandeiras nos prédios e milhares de pessoas passando. Sei em que cidade estou, mas o nome não me vem à cabeça de jeito nenhum. Ele dá às costas pra mim, mas continuo olhando, alternando sentimentos de felicidade e de tristeza. Na minha cabeça, uma voz diz "estou feliz, estou triste, estou feliz, estou triste". Ele desaparece, e derrepente me dou conta de que estou realmente triste.
O pesadelo acaba.
Não é a primeira vez que sonho que o meu namorado me abandona.
Tenho tendências a sonhar com amigos ou familiares desaparecendo ou indo embora sem motivo.
O pesadelo acaba.
Não é a primeira vez que sonho que o meu namorado me abandona.
Tenho tendências a sonhar com amigos ou familiares desaparecendo ou indo embora sem motivo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Quando sonhei que uma rosa estava crescendo dentro do meu pé.
Estou nadando em um enorme lago verde, que fica atrás do que parece ser uma mansão. Dentro do lago há uma confraternização de mulheres, algumas muito bonitas, outras extremamente feias. Na verdade, "bizarras" seria o adjetivo mais adequado para descrever as últimas. Elas tinham o rosto completamente desfigurado, como se em seus crânios a pele pendesse como borracha derretida. Não tinham dentes na boca nem olhos nas órbitas, mas apesar disso não eram perturbadoras, e sim agradáveis e risonhas. Enquanto converso animadamente com um pequeno grupo, umas das mulheres sem órbita se aproxima e chama atenção para o meu pé. Ela diz que está inchado demais e que eu deveria procurar ajuda, porque uma flor poderia estar começando a nascer ali dentro. Sorrio, sem dar muita importância ao que ela disse.
Sentados à borda do lago, estão um homem forte, de cabelos brancos e compridos, e uma mulher
coberta por uma sombra. Ele me olha e sussura para a mulher algo como "pode ser ela."
Entro na mansão acompanhada por todos que estavam no lago. De súbito, começo a sentir
tonturas, minha visão começa a ficar turva. Caio de costas para o chão. Ao meu redor estão o homem grisalho, a mulher da sombra, a mulher sem órbita e outras pessoas que não consigo identificar. Depois de alguns segundos, perco totalmente a consciência.
Acordo na casa da minha vó. Ela anda para os lados, nervosa, preocupadíssima com o meu
estado. Depois começa a me dar tapas no rosto até que eu acorde. Desperto com uma forte dor no pé; mesmo assim, tento tranqüilizá-la e digo que tudo está bem. Enquanto a vó vai para o quarto se deitar, o telejornal anuncia um estranho fenômeno que começa a se espalhar pela cidade: acometidos por vertigens e fortes dores em um dos pés, alguns cidadãos lotaram as emergências dos hospitais. Após semanas de internação, descobriu-se que uma flor vermelha ganhava vida dentro dos pés dessas pessoas. O caule crescia tornozelo acima, entrelaçando-se pelos ossos da canela, pelo fêmur, depois subindo a espinha e abrindo-se em uma rosa vermelha na nuca. As pétalas se agigantavam, tomando conta de toda a cabeça.
Quando penso que existe uma rosa crescendo dentro de mim, surge a imagem de uma flor com caule de vergalhão. Não me preocupo com a estranheza do fenômeno, e sim com o quão ridícula eu ficaria com uma flor gigante na cabeça.
Corro até o quarto da minha avó, sentindo mais dor ainda. Entre lágrimas, digo que preciso do telefone da minha mãe porque sinto muita dor. Uma flor está crescendo no meu pé.
Ela olha para mim com um certo mal-humor, obviamente incomodada com a minha presença e reclama "por que você não foi tratar desse problema antes?". Ela disca o número meio a contragosto, e quando minha mãe atende o telefone, acordo.
No sonho, fica subentendido que a minha mãe se mudou para um lugar distante e não me deixou ter acesso ao número do seu telefone.
A dor que sinto é tão real quanto a que senti na vez em que um vergalhão atravessou meu pé, há uns 10 anos atrás.
Sentados à borda do lago, estão um homem forte, de cabelos brancos e compridos, e uma mulher
coberta por uma sombra. Ele me olha e sussura para a mulher algo como "pode ser ela."
Entro na mansão acompanhada por todos que estavam no lago. De súbito, começo a sentir
tonturas, minha visão começa a ficar turva. Caio de costas para o chão. Ao meu redor estão o homem grisalho, a mulher da sombra, a mulher sem órbita e outras pessoas que não consigo identificar. Depois de alguns segundos, perco totalmente a consciência.
Acordo na casa da minha vó. Ela anda para os lados, nervosa, preocupadíssima com o meu
estado. Depois começa a me dar tapas no rosto até que eu acorde. Desperto com uma forte dor no pé; mesmo assim, tento tranqüilizá-la e digo que tudo está bem. Enquanto a vó vai para o quarto se deitar, o telejornal anuncia um estranho fenômeno que começa a se espalhar pela cidade: acometidos por vertigens e fortes dores em um dos pés, alguns cidadãos lotaram as emergências dos hospitais. Após semanas de internação, descobriu-se que uma flor vermelha ganhava vida dentro dos pés dessas pessoas. O caule crescia tornozelo acima, entrelaçando-se pelos ossos da canela, pelo fêmur, depois subindo a espinha e abrindo-se em uma rosa vermelha na nuca. As pétalas se agigantavam, tomando conta de toda a cabeça.
Quando penso que existe uma rosa crescendo dentro de mim, surge a imagem de uma flor com caule de vergalhão. Não me preocupo com a estranheza do fenômeno, e sim com o quão ridícula eu ficaria com uma flor gigante na cabeça.
Corro até o quarto da minha avó, sentindo mais dor ainda. Entre lágrimas, digo que preciso do telefone da minha mãe porque sinto muita dor. Uma flor está crescendo no meu pé.
Ela olha para mim com um certo mal-humor, obviamente incomodada com a minha presença e reclama "por que você não foi tratar desse problema antes?". Ela disca o número meio a contragosto, e quando minha mãe atende o telefone, acordo.
No sonho, fica subentendido que a minha mãe se mudou para um lugar distante e não me deixou ter acesso ao número do seu telefone.
A dor que sinto é tão real quanto a que senti na vez em que um vergalhão atravessou meu pé, há uns 10 anos atrás.
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